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Você não é aquilo que as pessoas "pensam" de você.

Atualizado: 23 de set. de 2024



É comum nos sentirmos paralisados pelo que pensamos acerca do que os outros pensam a nosso respeito. Esse medo pode nos impedir de explorar oportunidades valiosas, como novas experiências de trabalho, abrir um negócio ou escolher um curso que realmente nos interessa. Muitas vezes, deixamos de lado nossos desejos por conta da pressão social e do receio do julgamento alheio.

Esses pensamentos podem ser disfuncionais e limitantes, pois não nos conduzem a uma vida com propósito ou sentido. Quando desejamos realizar algo, frequentemente somos dominados por questionamentos como: "O que vão pensar se eu fizer isso?" ou "E se eu não conseguir?". Esses medos nos levam a desistir e a nos sentirmos incapazes, frustrados e, muitas vezes, reféns de experiências passadas.

Na abordagem da Logoterapia, encontramos um caminho para ressignificar esses medos. A busca por sentido é fundamental para a nossa existência. Os pensamentos que nos paralisam muitas vezes têm raízes profundas, muitas vezes originando-se em nossa infância, onde aprendemos a valorizar mais as críticas do que os elogios. A proteção excessiva dos pais, por medo de frustrações, pode nos levar a depender da percepção externa para definirmos nosso valor. A excessiva valorização da opinião alheia também é fator paralisante, que nada agrega.




Portanto, é vital que comecemos a desenvolver um profundo autoconhecimento. Precisamos reconhecer nossas habilidades e qualidades, e entender como elas podem nos ajudar a alcançar nossos objetivos. Quando fortalecemos nossa autoimagem, tornamo-nos menos suscetíveis à opinião dos outros e ganhamos coragem para agir de acordo com nossos desejos, de modo consciente e responsável, genuíno e fiel à nossa essência.

Entretanto, essa transformação não é simples. Anos de condicionamento podem ter reforçado a ideia de que não somos capazes e que devemos temer o julgamento alheio. Por isso, o processo de autoconhecimento e superação do medo deve ser um exercício diário. É natural sentir desconforto no início, mas é através desse desconforto que podemos nos libertar das amarras do medo.

Se continuarmos presos à opinião dos outros, nossa vida permanecerá estagnada. Podemos viver sempre acreditando que "a grama do vizinho é mais verde", quando, na verdade, a chave para a felicidade está em cuidarmos do nosso próprio jardim.

A escolha é sua: continuar vivendo com esse desconforto ou enfrentar seus medos e se permitir aprender e crescer. O caminho para o autoconhecimento e a realização pessoal é possível, e você não precisa trilhar essa jornada sozinho. Se precisar de apoio, busque ajuda e descubra como lidar com o que os outros pensam. A verdadeira liberdade começa quando escolhemos viver de acordo com nossos próprios valores e propósitos.



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